música

 

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Alexandre França (2015), produzido por Rodrigo Lemos.

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Música de Apartamento (2009), produzido por Gilson Fukushima. Arranjos de Davi Sartori

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A solidão não mata, dá a idéia (2007), produzido e arranjado por Gilson Fukushima

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Trajetória

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O curitibano de 35 anos, Alexandre França, começou cedo sua carreira na cidade onde nasceu. Em 1999, ainda adolescente, apresentou composições próprias num dos principais espaços voltados para a música em Curitiba, o teatro Paiol. Ele retornaria ao mesmo palco em 2009 para lançar um CD intitulado Música de Apartamento por meio do Projeto Pixinguinha da FUNARTE. Esse trabalho (produzido por Gilson Fukushima), que contou com a participação de André Abujamra, e que utilizava barulhos de apartamento na confecção de seus arranjos (realizados por Davi Sartori), foi um dos mais importantes de sua trajetória. Muitas das canções que ali constavam seriam posteriormente gravadas por outros músicos parceiros (como a Banda Mais Bonita da Cidade, por exemplo), consolidando-o como compositor na capital paranaense. É certo que em 2007, Alexandre já havia feito um primeiro registro, com arranjos de Gilson Fukushima, chamado A solidão não mata, dá a ideia: um trabalho de caráter orquestral que tematizava a vida noturna. Mas foi no álbum de 2009 que o músico conseguiu determinar sua marca temática – a classe média  em forma de crônicas. Em 2015, Alexandre realiza sua terceira coletânea de canções de maneira independente com produção de Rodrigo Lemos (que contou com canções como Inverno e Homenagem). E em 2017 começa um projeto de arrecadação de verba através de crowdfunding que resultará no Para Relacionamentos em Crise, seu último disco (com lançamento previsto para o segundo semestre de 2018), produzido por Alexandre em parceria com Valderval de Oliveira Filho (o disco conta também com a participação especial do compositor Rodrigo Augusto Ribeiro). Aqui, França assina os arranjos junto com a banda composta por Rodrigo Marques (baixo), Samuel Pessatti (violoncelo) e Valderval de Oliveira Filho (percussão), num CD onde podemos escutar tanto a crise de relacionamentos amorosos, quanto os ecos da crise política no Brasil.

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